# Artificialmente Alzheimer! v2.0


Artificialmente Alzheimer! – O MAL DO SÉCULO!
Por: Marcelo Quiñónez

Uma crônica tão ácida quanto qualquer humor negro de South Park poderí­amos nos oferecer, isso sim é sarcasmo, pior que isto, só os passeios em balsas pelo Rio Tietê promovido pelo governo do estado de São Paulo, em uma recí­proca chuva que abalou o final da tarde paulistana; porém não é algo deste post, minha pessoa ainda vai abordar em outro post; claro – Algo relacionando a ciência do sarcasmo humano; acredito que isto seja um dos adversos combustí­veis que move a massa social em pró de certa (entre tantas) felicidades humanas.

Quem disse que o ser humano está apto a consumir tamanha “rolha” de informação que a vida moderna vem nos oferecendo?! A maioria das pessoas se quer pensam nisso, até por que o mais provável é que já tenham esquecido de pensar neste fato; pois o dinamismo da vida moderna e principalmente a que São Paulo exije, tem seus preços, e para alguns acaba saindo caro.
A volatilidade como consequência da perda do foco das necessidades e das responsabilidades chega ao ponto critico onde até esquecemos de “liberar minerais” algumas vezes ao dia num banheiro qualquer, é algo totalmente necessário, mais quase sempre um fato verí­dico.

Estamos virando alvo do excesso das informações, a globalização em excesso, onde o conceito Unibanco 30 horas é utópico para um simples mortal como nós, dado que no mí­nimo precisamos dormir 6 horas para termos um ócio criativo em nossa personalidade como uma realização pessoal, até por que: quem não deseja ser criativo e prático no dia a dia?

Isto cada vez nos gera a dependência tecnológica como um meio de “fotossí­ntese” humana, é nosso açúcar… Agora uma pitada de humor negro: “… ainda bem que existe a internet, para a gente ver umas fotos de como era os í­ndios…” mas nada é perfeito; claro! “… No Discovery Channel tem umas imagens bonitas de árvores, mas é tudo em computação gráfica…” (Malvados, 223)

Depois de tanta, mas tanta informação, isto nos afeta notoriamente (Duran Duran,Notorious,1986) nosso poder de decisão sobre aspectos da vida existencial, do tipo…. O que é real – chegando ao cúmulo de filmes (que por sinal há sua genialidade de/em processos é bem perceptí­vel) como o Matrix, onde atingimos ao ponto de duvidar de nossa própria existência e realidade.

Tornando cada vez meramente acidente de percurso as informações como elas nos assediam – A todos que aqui entram de vez em quando para ler algo, já perceberam que o durabilidade e tempo de nossas dúvidas – Está entre o tempo de você ligar seu micro, conectar na internet e depois entrar no Google? (Não né, acho que você nunca chegou a este pensamento, e se chegou, muito bem! Está chegando lá… chegando à idéia de que estamos bem próximos do fim das utopias “…Lugar de sonho é na padaria…” (Malvados,324).

Aquele tempero do desafio retrógrado de pesquisas em bibliotecas e acervos pessoais está cada vez menor! A Soberania do direito e dever e éticas das pessoas entre os paí­ses hoje écomandado pelo TCP/IP, isto sim que é soberania, é o estado provendo Leis, Territórios e seu povo: O povo virtual composto pelo Orkut, MSN e outras variáveis concentradoras de seres humanos nesta gigantesca rede conhecida vulgarmente como internet.

Isto tudo carinhosamente gera algo analogicamente dizendo: Artificialmente Alzheimer!

Agora… Meu deus… Acabei de esquecer o que iria abordar no próximo parágrafo… Era sobre o que mesmo? Alzhei…. ixi… Acho que esqueci… Esse post deve continuar, vou escrevendo de acordo vou lembrando das coisas… (sem em 10 dias este post não sofrer nenhuma alteração, é porque devo estar internado recuperando minha memória – “Brilho Eterno de uma Mente sem lembranças”)

{That’s All Folks}
FoXMuLD3R-|20/03/2006| With Update: 26/03/2006

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