Por: Marcelo Quiñónez
@FoxMuLD3R
Não podemos combater a crise, com crise, já dizia velho ditado por muitos profissionais da área de marketing, gestão financeira e até mesmo pelo maior dos maiores dos presidentes, Lula claro! (Piada interna)
A JPG Magazine, sempre viveu sob um modelo de negócio e publicidade meio socialista de colaboração, não que eu ache isso ruin, só considero pouco sustentável na minha opinião em época de crise quando parte do modelo de negócio é deixado de lado; como os americanos dizem: Crowdsourcing, do português, Co-criação uma espécia de Web2.0 wikipediana com fins quase “Tio Patinhas“, ou seja, o foco ficou mais em sua parte editorial e colaboradores web, e deixado de lado, medidas estratégicas para galgar “din-din”.
Um exemplo real, é a campanha que Jimmy Wales, anda promovendo, para arrecadação de fundos para o Wikipédia continuar existindo, a diferença que o nome, a marca Wikipedia se consolidou e fortificou de certa forma no mercado Web 2.0, onde, não há dúvidas, não morreria tão fácil assim, como a JPG Mag, não agitou nenhum tipo de comoção virtual para manter seu centro de negócios crowdsourcing.
Isto porque á uns dias atrás, eu recebi um e-mail para assinar a JPG Magazine, bem, pensei muito em assinar, mais preciso ser sustentável ao meu negócio também, e ter consciência do que este material poderia agregar ou não aos meus projetos e negócios, e por mais bonito que seja a revista e eu simpatizante pelo ideal que ela proporciona a muitos “órfãos” que espero não deixar, acabei não assinando.
Quebrei um pouco da regra de não combater a crise com crise? Talvez! Mas não poderia um projeto como a JPG endurecer nas mãos de um ‘enduser’ como eu e muitos outros que conhecem e curtem o trabalho desta revista, é falho ter esta regra de negócio não?! Não deveríamos ser o foco de “levantol”, poderíamos também ser; porque não focar em assinaturas corporativas?!?
Não me lembro do valor da assinatura, era algo relativamente simbólico, imagino ser muito mais considerável para uma pequena e média empresa e até mesmo profissionais liberais da área visual, assim como para empresas de publicidades e correlatos!? Aí sim, este valor seria mais irrisório ainda do que foi simbólico para mim, em relação ao conceito crise que estava abordando até então.
Quem conhece, sabe que é um material fino, de primeira, e como divulgação de muitos profissionais que por alipassam a cada edição, e percebo, que tal material, precisa de fato estar nas melhores agências, com os melhores designers e freelancers de carreira.
A quem possa interessar > Não deixe esta revista e este projeto morrer, o deadline deles é 5 de Janeiro, ou seja, segunda-feira AGORA!!!! Existem tantas empresas brasileiras na área de publicidade, e design que poderia adotar esse projeto, afinal ela sustenta uma comunidade online com mais de 200mil fotógrafos por todo o mundo, isso não é pouca merda coisa não em!
Sei que cedo ou tarde vai aparecer soluções, foi preciso um susto ”JPG Magazine says goodbye” para muitos (como eu) acreditarem … it’s REAL!
Se você não conhece este projeto, e deseja saber mais, corre que ainda é possível baixar alguns exemplares em PDF -> http://www.jpgmag.com/downloads/archives.html
Rezemos para o #Google comprá-la!
{That’s All Folks}
FoXMuLD3R~