
Sabe como combatemos os vícios das pessoas?
Simples: Oferecendo em troca um bombom de chocolate
ou um tiro na nuca!
Por: Marcelo Quiñónez
Comprei um livro do Schopp, a uns pares de semanas atrás sobre o poder da decisão, o título do mesmo se chama “A Arte de Ter Razão”, agora me perguntem por que comprei, simples, não apenas para ler… Claro! Mas para analisar o enfoque das decisões humanas, principalmente para a apresentação/defesa do projeto final do MBA, assim como um mestrado, seguir a equação mórbida de dominar do conhecimeto daquilo que vós apresenta + a arte de ter razão sobre seus argumentos ali focados.
Fábio Augusto tinha razão, “…Todos os outros filósofos se tornaram obsoletos depois de Schopenhauer…”
Com isso, a filosofia certamente não é para os tímidos, e sim para os grandes pensadores, onde não me inclui claro, pois ainda tenho muitos livros para ler antes de pensar em ser a sombra de algo nessa ideologia humana, ou seja acreditar arduamente na realidade do nosso dia a dia, na realidade humana, focar sua fé nessa crença; parece até um pouco com o que Hegel dizia: “…sem a fé no poder do espírito, nada de investigação filosófica…”
Para qualquer moralista pensante com boa oxigenação cerebral, o desafio é unir a coerência do senso de humor e a estabilidade da argumentação e eloquência, resultando na lucidez filosófica, assim você pode virar um Sócrates do século XXI, daí vem o direito às drogas e as responsabilidades humanas perante as tais consequências, como uns vinculam da necessidade de filosofar ou “des-filosofar”, como aqueles que precisam de uma fuga para evitar a necessidade de ser um grande pensador, pois como já comentei a filosofia não é para os tímidos, a filosofia é o estado de espírito e fé, consciência da realidade humana, incluindo a sociedade e seus defeitos hipócritas do sistema atual.
Dada estas condições, imagino que as drogas existem para suprir certos prazeres de nós humanos, até por que definitivamente não nascemos para sermos domesticados, ou seja a domesticação e a submissão que a sociedade nos exerce, faz com que precisemos desses prazeres, que só a droga nos dá… Verdade? Bom, para muitos isso é uma bela afirmação, mais eu acho que nosso metabolismo pode gerar drogas naturais, como a felicidade e outras coisas, não precisamos necessariamente nos entorpecer (Numb) para sermos mais pensantes ou até mesmo darmos mais valor a vida, ao mundo… as coisas em geral.
O grande desafio talvez seja que cada ser humano descubra sua maturidade em poder produzir essas enzimas, que nosso metabilismo o faria para nos manter entorpecidos, achar a alegria de viver, de pensar, de filosofar, dentro de nós mesmos, sem precisar buscar “lá fora” com a justificativa de que iremos mesmo morrer algum dia e por isso devemos quebrar tudo! Claro que não né ???
Devemos nos conscientizar que somos livres para provar de tudo e qualquer pré e pós droga – Até que não nos conheçamos o suficiente a ponto de podermos, nós produzir o prazer pelo consciente e o inconsciente (pois só usamos 10% de nosso cérebro), ou seja, no dia que chegarmos ou descobrirmos como chegar em 20% ou mais, acredito que as drogas seriam um tipo de esporte para não falar doping). Enfim…. Mais cabe a nós saber nossas fronteiras; descobrir a tolerância de nosso organismo sob a droga que esteja usando, dada estas condições, por quê não usar?!?!
Pois saberiamos onde e quando parar, ou ter uma forma de mensurar a quantidade de consumo Vs. Tolerância de nosso organismo (ou seja: Quando começar a fazer mal, Parar… isso inclui de vício químico do organismo até mesmo a certas degenerações de partes de nosso cérebro pela quantidade de uso) – OK, Pode parecer uma certa utopia isto; Agora acho eu, que por estarmos passando por fases tecnológicas bem pesadas, o doping genérico, adulteração de DNA estão aí para nos provar…
Vamos agora analisar agora o outro lado da moeda? OK! Vamos!
Sabendo-se que existe formas eficazes de se detectar com antencedência (como forma de prevenção) que seu organismo irá se viciar ou até mesmo se está começando a degenerar algum tecido cerebral, TUDO poderia ser liberado, acabaríamos com uma grande porcetagem dos problemas com homicídios e outros problemas que o tráfico e o consumo em exagero pode provocar, não teríamos mais Fernandinho Beira Mar, Marcola e outros como o “X” do tráfico.
Imaginem só: Maquininhas do tipo de mensurar a glicose no sangue e etc só que para mensurar nível de THC no sangue, no caso do uso da maconha ou nível de “Pilhamento” que uma cocaina pode lhe fazer? Assim como o bafometro já existe, mais poderia ser aperfeiçoado, por exemplo e medir o nível de vício químico de seu organismo… Como de uma escala de “0″ a “100″ chegando em 60 por exemplo, já estaria em grau de risco de se viciar ou algo semelhante…. como testes de DNA que informem ao paciente a tendência em porcentagem (%) de 0 a 100 o quanto o organismo do indivíduo pode quimicamente se viciar e tornar dependente de uma certa droga… Bom; Esse tipo de liberdade falta nessa sociedade, no mundo em geral.
Olha, devo ressaltar bem que eu não estou aqui defendendo nenhuma droga em específico; e sim, estou aqui defendendo a liberdade que os seres humanos deveriam ter, eles não servem para ser domesticado, isso faz com que ele seja um ser vivo totalmente do contra, até porque quanto mais proibido melhor, correto? Vai falar para um viciado em Cocaína, não consumir? Além de te mandar a merda, possivelmente consuma mais do que estava… Assim vice-versa!
Da mesma forma o direito de morrer que temos… Não sei até que ponto realmente precisamos ficar vítimas de máquinas e medicamentos para ajudar a nos manter vivo… (Metáfora) – Em vez de investir em tanto humor, seriedade e dinheiro nisto, porque não investir em pesquisas de novos moralismos ou até mesmo de doenças genéticas (DNA) e as mais criticas doençs infecciosas.
Depois de tudo isso, tenho que declarar, o meu único prazer é a informática, com uma mescla de edição de vídeo e claro sem poder deixar de fora…. Uma boa taça de vinho diariamente na refeição que acerca o meio-dia, (As mulheres também são um vício para minha visão, mas nada além disto, afinal respeito muito as mulheres desse mundo, que mesmo sem haver um desejo e alguém, fazem todas elas, parte de minha vida).
Revisão: Rose Mariano
{That’s All Folks}
FoXMuLD3R
1ª Edição (04/01/2006) – Texto Inicial.
2ª Edição (13/06/2006) – Correções/Adaptações de Frases.