# Drogas & Responsabilidade Humana


Sabe como combatemos os ví­cios das pessoas?
Simples: Oferecendo em troca um bombom de chocolate
ou um tiro na nuca!

Por: Marcelo Quiñónez
O direito as drogas e a responsabilidade humana, é a base de um trecho estrategicamente compilado para este artigo de filosofando na madruga de um livro que estou escrevendo: “Quem Mexeu No Meu Paradigma” em processo de desenvolvimento, em constante escritas por minha pessoa, sem data prevista para lançamento, pois serão anos de pesquisas, estudos e uma constante melhoria de seu conteúdo, até atingir ao Nirvana da áurea humana, como conhecimento prendado.Dada as condições de leituras estranhas e macabras que ando tendo acesso, principalmente pelas pérolas que acontecem em aulas do MBA, leituras como do Immanuel Kant um dos poucos sobreviventes filósofos prussiano, da era moderna, tachado como um sinônimo do iluminismo, e suas malucas metafí­sicas e outro Deus da filosofia Arthur Schopenhauer, onde considera que tudo é sofrimento, tudo é desilusão onde a felicidade é apenas um lampejo, algo momentâneo, e que só serve apenas para te deixar pior depois… e como não bastasse, você inventa algo a mais pra correr atrás na sua vida pessoal ou profissional para depois você se fuder de novo; a ciclicidade da vida… o eterno momento de ir e vir da privada para fazer suas necessidades! Que lindo isso não? Mas vale ressaltar que isso não é minha forma de pensar; JAMAIS! Digo isto por que muitos podem achar (ao ler isso) que sou algum tipo de depressivo ao escrever essas coisas, mais na verdade são apenas qualidades que consegui compreender de algumas das literaturas de Schopenhauer.

Comprei um livro do Schopp, a uns pares de semanas atrás sobre o poder da decisão, o tí­tulo do mesmo se chama “A Arte de Ter Razão”, agora me perguntem por que comprei, simples, não apenas para ler… Claro! Mas para analisar o enfoque das decisões humanas, principalmente para a apresentação/defesa do projeto final do MBA, assim como um mestrado, seguir a equação mórbida de dominar do conhecimeto daquilo que vós apresenta + a arte de ter razão sobre seus argumentos ali focados.

Fábio Augusto tinha razão, “…Todos os outros filósofos se tornaram obsoletos depois de Schopenhauer…”

Com isso, a filosofia certamente não é para os tí­midos, e sim para os grandes pensadores, onde não me inclui claro, pois ainda tenho muitos livros para ler antes de pensar em ser a sombra de algo nessa ideologia humana, ou seja acreditar arduamente na realidade do nosso dia a dia, na realidade humana, focar sua fé nessa crença; parece até um pouco com o que Hegel dizia: “…sem a fé no poder do espí­rito, nada de investigação filosófica…”

Para qualquer moralista pensante com boa oxigenação cerebral, o desafio é unir a coerência do senso de humor e a estabilidade da argumentação e eloquência, resultando na lucidez filosófica, assim você pode virar um Sócrates do século XXI, daí­ vem o direito às drogas e as responsabilidades humanas perante as tais consequências, como uns vinculam da necessidade de filosofar ou “des-filosofar”, como aqueles que precisam de uma fuga para evitar a necessidade de ser um grande pensador, pois como já comentei a filosofia não é para os tí­midos, a filosofia é o estado de espí­rito e fé, consciência da realidade humana, incluindo a sociedade e seus defeitos hipócritas do sistema atual.

Dada estas condições, imagino que as drogas existem para suprir certos prazeres de nós humanos, até por que definitivamente não nascemos para sermos domesticados, ou seja a domesticação e a submissão que a sociedade nos exerce, faz com que precisemos desses prazeres, que só a droga nos dá… Verdade? Bom, para muitos isso é uma bela afirmação, mais eu acho que nosso metabolismo pode gerar drogas naturais, como a felicidade e outras coisas, não precisamos necessariamente nos entorpecer (Numb) para sermos mais pensantes ou até mesmo darmos mais valor a vida, ao mundo… as coisas em geral.

O grande desafio talvez seja que cada ser humano descubra sua maturidade em poder produzir essas enzimas, que nosso metabilismo o faria para nos manter entorpecidos, achar a alegria de viver, de pensar, de filosofar, dentro de nós mesmos, sem precisar buscar “lá fora” com a justificativa de que iremos mesmo morrer algum dia e por isso devemos quebrar tudo! Claro que não né ???

Devemos nos conscientizar que somos livres para provar de tudo e qualquer pré e pós droga – Até que não nos conheçamos o suficiente a ponto de podermos, nós produzir o prazer pelo consciente e o inconsciente (pois só usamos 10% de nosso cérebro), ou seja, no dia que chegarmos ou descobrirmos como chegar em 20% ou mais, acredito que as drogas seriam um tipo de esporte para não falar doping). Enfim…. Mais cabe a nós saber nossas fronteiras; descobrir a tolerância de nosso organismo sob a droga que esteja usando, dada estas condições, por quê não usar?!?!

Pois saberiamos onde e quando parar, ou ter uma forma de mensurar a quantidade de consumo Vs. Tolerância de nosso organismo (ou seja: Quando começar a fazer mal, Parar… isso inclui de ví­cio quí­mico do organismo até mesmo a certas degenerações de partes de nosso cérebro pela quantidade de uso) – OK, Pode parecer uma certa utopia isto; Agora acho eu, que por estarmos passando por fases tecnológicas bem pesadas, o doping genérico, adulteração de DNA estão aí­ para nos provar…

Vamos agora analisar agora o outro lado da moeda? OK! Vamos!
Sabendo-se que existe formas eficazes de se detectar com antencedência (como forma de prevenção) que seu organismo irá se viciar ou até mesmo se está começando a degenerar algum tecido cerebral, TUDO poderia ser liberado, acabarí­amos com uma grande porcetagem dos problemas com homicí­dios e outros problemas que o tráfico e o consumo em exagero pode provocar, não terí­amos mais Fernandinho Beira Mar, Marcola e outros como o “X” do tráfico.

Imaginem só: Maquininhas do tipo de mensurar a glicose no sangue e etc só que para mensurar ní­vel de THC no sangue, no caso do uso da maconha ou ní­vel de “Pilhamento” que uma cocaina pode lhe fazer? Assim como o bafometro já existe, mais poderia ser aperfeiçoado, por exemplo e medir o ní­vel de ví­cio quí­mico de seu organismo… Como de uma escala de “0″ a “100″ chegando em 60 por exemplo, já estaria em grau de risco de se viciar ou algo semelhante…. como testes de DNA que informem ao paciente a tendência em porcentagem (%) de 0 a 100 o quanto o organismo do indiví­duo pode quimicamente se viciar e tornar dependente de uma certa droga… Bom; Esse tipo de liberdade falta nessa sociedade, no mundo em geral.

Olha, devo ressaltar bem que eu não estou aqui defendendo nenhuma droga em especí­fico; e sim, estou aqui defendendo a liberdade que os seres humanos deveriam ter, eles não servem para ser domesticado, isso faz com que ele seja um ser vivo totalmente do contra, até porque quanto mais proibido melhor, correto? Vai falar para um viciado em Cocaí­na, não consumir? Além de te mandar a merda, possivelmente consuma mais do que estava… Assim vice-versa!

Da mesma forma o direito de morrer que temos… Não sei até que ponto realmente precisamos ficar vítimas de máquinas e medicamentos para ajudar a nos manter vivo… (Metáfora) – Em vez de investir em tanto humor, seriedade e dinheiro nisto, porque não investir em pesquisas de novos moralismos ou até mesmo de doenças genéticas (DNA) e as mais criticas doençs infecciosas.

Depois de tudo isso, tenho que declarar, o meu único prazer é a informática, com uma mescla de edição de ví­deo e claro sem poder deixar de fora…. Uma boa taça de vinho diariamente na refeição que acerca o meio-dia, (As mulheres também são um ví­cio para minha visão, mas nada além disto, afinal respeito muito as mulheres desse mundo, que mesmo sem haver um desejo e alguém, fazem todas elas, parte de minha vida).

Revisão: Rose Mariano

{That’s All Folks}
FoXMuLD3R
1ª Edição (04/01/2006) – Texto Inicial.
2ª Edição (13/06/2006) – Correções/Adaptações de Frases.

About Marcelo Quiñónez

http://pt.wikipedia.org/wiki/Usuário:FoXMuLD3R
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