GENIAL!
Sempre fui fã desse cara! Votaria nele fácil! Rá ![]()
PS: Créditus? Bem, não sei quem foi que fez, mas se souber, creditarei!

GENIAL!
Sempre fui fã desse cara! Votaria nele fácil! Rá ![]()
PS: Créditus? Bem, não sei quem foi que fez, mas se souber, creditarei!


Por: Marcelo Quiñónez
@FoXMuLD3R
Um filme onde algumas pessoas nascem para sentarem na beira do rio; algumas são atingidas infinitamente por raios; algumas têm ouvido para a música; algumas são artistas ou marinheiros; algumas nadam, algumas entendem bem de botões, algumas pessoas… Dançam, algumas conhecem profundamente Shakespeare e outras algumas… sabem ser mães!
Assim, claramente podemos definir este drama, esta fantasia, este misterioso e clássico romance escrito por F. Scott Fitzgerald nos anos 20, e com a brilhante direção de David Fincher onde narra toda a cronologia da história de Benjamin Button (vivido e interpretado por Brad Pitt), um homem que desde seu nascimento e logo rejeitado, passa por uma evolução fora do comum onde fenômenos e consequências, envolve seu rejuvenescimento um tanto quanto precoce.
Não aparentando, Benjamin era uma criança!
O Enredo, aborda delicadamente esta evolução, de New Orleans em 1918, aproximadamente até no fim da Primeira Guerra Mundial – e daí para o fim, a juventude embarca na mesma velocidade em que os ponteiros seguem fazendo tic-tac em ré menor pelo ouvido da pessoa que muito bem aprendeu a música, o piano indo até, o comecinho do século XX1.
Aos que sabem dançar, um indescritível momento de sedução.
Um GENIAL, FENOMENAL e CROCANTE adaptação para o roteiro por Eric Roth… e como sempre, sem comentário para “Srta.” Blanchett, um espetáculo de atuação, não é a toa, que este filme está no TOP 250 do IMBD (o maior site banco de dados sobre cinema da web), na posição de #63
Encerro por aqui, para não deixar mais pistas e suaves lágrimas relacionado ao filme e à supostos #Spoilers! E um muito obrigado à @catyfairy, pelos links enviandos, onde me fez priorizar dentro de meu limitadíssimo tempo, assistir este lindo filme.
Em quanto isso, assistam ao #TrailerOfficial em HD #Apple -> AQUI,
ou no Youtube, naquela maravilhosa qualidade de sempre, logo abaixo.
Ficha Técnica:
Título em Português: O Curioso Caso de Benjamin Button
Título Vernáculo: The Curious Case of Benjamin Button
País e Ano de Produção: EUA/2008
Gênero: Drama, Romance, Fantasia e outras coisas mais…
Estréia no Brasil: 19/01/2009 ?!
Site Oficial: www.benjaminbutton.com
Estúdio/Distrib.: Warner Bros.
Direção: David Fincher
Link IMDB (8.6/10), #63 Top 250: www.imdb.com/title/tt0421715
{That’s All Folks>Namaste!}
FoXMuLD3R~
Por: Alien In White
@alieninwhite
Estréia nesta segunda-feira, 5 de Janeiro de 2009, na TV brasileira uma telebiografia em 9 capítulos sobre a vida e carreira da cantora e atriz Maysa Figueira Monjardim Matarazzo, ou apenas Maysa, a grande, a original, primeira e única.
Maysa apareceu como atriz em 6 filmes, 3 telenovelas e como intérprete musical em 4 trilhas sonoras, 3 delas, póstumas.
Paulistana nascida em 1936, casou-se com André, um herdeiro de uma dessas famílias tradicionais que parece esquecer-se de que a República foi proclamada na Itália em 1946. Ela tinha então 18 anos; ele, 40. O casamento duraria apenas 5 anos; da união nasceu Jayme Monjardim, que se tornaria o diretor da minissérie que estréia amanhã. André opunha-se à carreira musical dela.
Na carreira musical, celebrizou-se como cantora no estilo samba-canção, mais especificamente a fossa (como se já não bastassem o blues e o chorinho – que eu gosto!), comparável ao bolero e à bossa nova, mas com ênfase na dor-de-cotovelo. Parece que as grandes músicas exigem mesmo grandes tragédias pessoais (ou grandes bebedeiras, ou ambos). Gravou 18 álbuns em 21 anos pelas maiores gravadoras.
A jovem que precocemente revelou ter talento para a música faleceu também precocemente num acidente automobilístico em 1977.
Voltando aos vivos (só me pedem pra escrever sobre gente morta!), o filho-diretor estreou no cinema com outra biografia, Olga, sobre a vida da Camarada Benario, em 2004, seu único filme até hoje. Jayme Monjardim é mais conhecido por ter dirigido novelas e minisséries para TV nos últimos 25 anos, algumas com suas ex-esposas.
O roteiro é do autor de telenovelas Manoel Carlos e a fotografia é de Affonso Beato, de larga experiência internacional e tendo trabalhado com diretores como Mike Newell, Stephen Frears (A Rainha, que deu o Oscar para Helen Mirren), Walter Salles, Richard Pearce, Almodovar, Jim McBride (incluindo a biografia de Jerry Lee Lewis A Fera do Rock/Great Balls of Fire), Bruno Barreto, Bobby Roth, Arnaldo Jabor, Glauber, Júlio Bressane e Antonio Carlos da Fontoura.
Como trata-se de obra em família, como também foi o caso do documentário Person, dirigido pela filha Marina, será interessante ver como a protagonista é apresentada ao público, principalmente às novas gerações, mas também às velhas, aquelas mesmas encasteladas na Capital Bandeirante e que teimam em ignorar a proclamação da República Italiana. E também qual será a repercussão no mercado musical: Maysa ressuscitará comercialmente das cinzas ou continuará uma desconhecida dos jovens?
Por: Marcelo Quiñónez
@FoxMuLD3R
Uma rapidinha tecnológica #nerd, um drops, um produto, que merece destaque.
Estamos falando do excelente trabalho que Mr. Hiren’s já faz à alguns anos, em compilar o BootCD onde eu simplesmente, o chamo de SuperBoot, pois tem tudo que você precisa quando falamos de ferramentas para MBR, BIOS, gerenciamento de sistemas, dados, diagnósticos, particionamento de disco, clonagem entre HDs, recuperações de dados em geral e até um anti-virus básico para scan em DOS em casos mais emergenciais.
Claro, é um CD “Bootável” e ridiculamente será útil mesmo quando o Sistema Operacional não subir por algum motivo qualquer o Hiren’s Boot CD entra com sua extensa lista de utilitários e suas funcionalidade quase mágicas.
Saiu essa semana a versão 9.7 do Hiren’s BootCD e isto não é um post patrocinado, mas recomento como nunca, que todos os “power-users” para cima, tenham este CD gravado em seu kit de SOS tecnologia
… mais informações em: http://www.hiren.info/pages/bootcd
Onde você encontra para baixar?! –> No Torrent mais próximo de você
{That’s All Folks}
FoXMuLD3R~

Foto e Texto, Por: Marcelo Quiñónez
@FoxMuLD3R
O YellowSn0w, é o único e sofrido método de desbloqueio por software, já posto em prática desde o seu lançamento oficial, no dia 31 de Dezembro de 2008. Os métodos antigos eram feitos por “ProxySIM’, aquela “plaquinha” medíocre que enganava o iPhone 3G, achando-o, que o GSM inserido fosse da operadora nativa pelo qual o aparelho havia sido inicialmente licenciado.
A internet já está abarrotada de blog’s noticiando ser um sucesso o destravamento por este método, porém há quem não tenha tido esta sorte; conheço algumas, eu mesmo nos primeiros releases, não consegui ser feliz. A porcentagem de sucesso e não sucesso é muito relativo, e por mais que iPhones sejam praticamente iguais, cada um tem seu comportamento particular.
A foto acima foi tirada por mim, após as experiências bem sucedidas com o Yellowsn0w 0.9.5-beta, as versões anteriores estavam extremamente bugadas, instáveis, em um determinado momento, cheguei a perder a cabeça, perder a confiança e seriedade que de fato, está por tráz do projeto; é fato de que estas consequências são pelo fato do produto ser beta (Experimental), ainda.
Mesmo não sendo um processo destrutível, (nada que um RESTORE, não resolva) eu não recomendo usuários comuns de iPhones 3G colocarem suas mãos neste desbloqueio, por mais simples que possa parecer e seus riscos serem pequenos, eles existem, então… Para que a pressa?! Se tu tinha seu iPhone 3G guardado na gaveta desde a época em que a Apple soltou a versão 2.2 no iTunes e muita gente sem querer atualizou, esperar um pouco mais até o lançamento “oficial” da versão 1.0 não faz mal a ninguém, existe a necessidade de muitas melhorias no YellowSn0w ainda.
A Dev Team, em sua página oficial, lançou um cantinho do feedback, onde quem está testando e quem já instalou o YellowSn0wn, pode deixar comentários das experiências que estão vivendo, o projeto deve chegar na sua maturidade não beta, lá pelos nossos momentos de “laiá-laiá” brasileiro de ser: O Carnaval.
Mas vale ressaltar que se por acaso a versão do seu iPhoneOS for 2.1 e você utiliza algum “ProxySIM“ para destravá-lo, não recomento sair atualizando para versão 2.2, fazer Jailbreak2.2 e depois instalar o YellowSn0w, pois se caso não funcionar por completo este metodo de destravamento por software, não existem maneiras de voltar atrás, ou seja, não tem como fazer um Rollback disso, pois dentro de todas as atualizações que vem no pacote da versão 2.2, uma delas é a atualização do “Baseband” v02.28.00, que na prática não existe forma não destrutiva de voltar atrás – “…não adianta, chorar pelo leite derramado…” []
- Mesmo assim tu quer fazer as experiências em cima da versão “Tá bom assim” do YellowSn0w?!
- Quer saber mais informações, como instalá-lo via Cydia ou Installer!? Dê uma olhada no Blog do Dev Team minha gente: http://blog.iphone-dev.org
{That’s All Folks}
FoXMuLD3R~
Por: Marcelo Quiñónez
@FoxMuLD3R
Não podemos combater a crise, com crise, já dizia velho ditado por muitos profissionais da área de marketing, gestão financeira e até mesmo pelo maior dos maiores dos presidentes, Lula claro! (Piada interna)
A JPG Magazine, sempre viveu sob um modelo de negócio e publicidade meio socialista de colaboração, não que eu ache isso ruin, só considero pouco sustentável na minha opinião em época de crise quando parte do modelo de negócio é deixado de lado; como os americanos dizem: Crowdsourcing, do português, Co-criação uma espécia de Web2.0 wikipediana com fins quase “Tio Patinhas“, ou seja, o foco ficou mais em sua parte editorial e colaboradores web, e deixado de lado, medidas estratégicas para galgar “din-din”.
Um exemplo real, é a campanha que Jimmy Wales, anda promovendo, para arrecadação de fundos para o Wikipédia continuar existindo, a diferença que o nome, a marca Wikipedia se consolidou e fortificou de certa forma no mercado Web 2.0, onde, não há dúvidas, não morreria tão fácil assim, como a JPG Mag, não agitou nenhum tipo de comoção virtual para manter seu centro de negócios crowdsourcing.
Isto porque á uns dias atrás, eu recebi um e-mail para assinar a JPG Magazine, bem, pensei muito em assinar, mais preciso ser sustentável ao meu negócio também, e ter consciência do que este material poderia agregar ou não aos meus projetos e negócios, e por mais bonito que seja a revista e eu simpatizante pelo ideal que ela proporciona a muitos “órfãos” que espero não deixar, acabei não assinando.
Quebrei um pouco da regra de não combater a crise com crise? Talvez! Mas não poderia um projeto como a JPG endurecer nas mãos de um ‘enduser’ como eu e muitos outros que conhecem e curtem o trabalho desta revista, é falho ter esta regra de negócio não?! Não deveríamos ser o foco de “levantol”, poderíamos também ser; porque não focar em assinaturas corporativas?!?
Não me lembro do valor da assinatura, era algo relativamente simbólico, imagino ser muito mais considerável para uma pequena e média empresa e até mesmo profissionais liberais da área visual, assim como para empresas de publicidades e correlatos!? Aí sim, este valor seria mais irrisório ainda do que foi simbólico para mim, em relação ao conceito crise que estava abordando até então.
Quem conhece, sabe que é um material fino, de primeira, e como divulgação de muitos profissionais que por alipassam a cada edição, e percebo, que tal material, precisa de fato estar nas melhores agências, com os melhores designers e freelancers de carreira.
A quem possa interessar > Não deixe esta revista e este projeto morrer, o deadline deles é 5 de Janeiro, ou seja, segunda-feira AGORA!!!! Existem tantas empresas brasileiras na área de publicidade, e design que poderia adotar esse projeto, afinal ela sustenta uma comunidade online com mais de 200mil fotógrafos por todo o mundo, isso não é pouca merda coisa não em!
Sei que cedo ou tarde vai aparecer soluções, foi preciso um susto ”JPG Magazine says goodbye” para muitos (como eu) acreditarem … it’s REAL!
Se você não conhece este projeto, e deseja saber mais, corre que ainda é possível baixar alguns exemplares em PDF -> http://www.jpgmag.com/downloads/archives.html
Rezemos para o #Google comprá-la!
{That’s All Folks}
FoXMuLD3R~
Por: Marcelo Quiñónez
Caros Leitores, Familiares, Amigos, Colegas, Clientes, Fornecedores e qualquer outro vínculo que tu tenha comigo
Este texto é parte de um SPAM único, que enviei à muitos conhecidos no início dessa semana, e nada mais justo do que fixá-lo em meu blog como um desejo e agradecimento à todos pelo suave e crocante ano que vivi, diante de inúmeras conquistas e dificuldades.
Desejo á todos, o famoso e o clichê sentimento de um Feliz Natal, Feliz 2009, que todos os desejos sejam realizados com muita paz, saúde e prosperidade.
E sem dúvida, 2009 será eternizado por momentos singulares de sucesso.
Um forte e grande abraço á todos;
… que o Google esteja com nós, nos abençoe quando possível!
NAMASTE!
Marcelo Quiñónez [FoXMuLD3R]
Por: Marcelo Quiñónez
@FoXMuLD3R
A imagem acima é para amenizar o grau de seriedade deste texto!
Bem, vamos lá: Não é de hoje, que eu falo e sempre polemizo, o tema de quem mulheres sem cérebro não mereciam ter úteros; de crianças sem valores, amores e atenção está cheio este país e no mundo.
A Polêmica aqui, é a seguinte: Sempre que esta trago este tema á tona (que considero uma afirmação, quase que uma dissertação) recebo críticas do tipo: Isto é um tema machista. Será mesmo?! Poderia também sugerir que homens que só querer prazer mereciam ter suas vasectomias naturalmente expostas.
Melhorou meninada?! Com certeza não; Mas de ante mão exemplificando um pouco isso, questiono; os nordestinos tem culpa de terem 15 filhos e estarem mais miseráveis que eu?!
{Pausa para reflexão}
Refletiram?!
Bem, na grande maioria, eles não tem educação de qualidade (como se o pais tivesse preocupado em prover isso), eles não tem shopping-center, cinema, e qualquer outro tipo de entretenimento, então o que eles tem? Um lindo e tostante SOL, uma seca terrível, desemprego, uma qualidade de vida comparada até mesmo com a África, então, apenas sobra o Sexo como uma das únicas fontes de prazer e felicidade para este povo.
Afinal, mesmo o sexo sendo feito entre um casal, entre duas pessoas, o orgasmo é o momento mais egoísta da relação, é sentido isoladamente entre cada ser, por maior que seja o amor, e por menor que seja o grau de instrução educacional sexualmente dizendo.
“Lo que sea”, daí, veio o tema de que para mim, as mulheres sem cérebro não mereciam ter úteros, e quando falo de cérebro sem dúvida estou falando não apenas de “baixa oxigenação cerebral”, estou falando da educação sexual, cultura, estudos e outras assuntos mais que nosso governo não põe em prática.
Teoria de Las Vegas: Porque o nosso presidente não autoriza a instalação em áreas de secas cassinos e Bingos?! Vamos ver se não ia aparecer investimentos e empregos para aquele povo?! Sem contar a infra estrutura mostro que iria aparecer por lá!
Assim, como também, não seria má idéia, o Brasil poderia fazer um ‘Leasing‘ da Amazônia para todo mundo, para pesquisas científicas, sustentáveis e afins, onde a ONU se mudaria para lá também, e todo o dinheiro levantado desse “aluguel” é obrigatoriamente injetado na educação do povo brasileiro, infra estrutura e claro, 50% para o bolso de nossos políticos. (para não perder a piada de mal gosto de nossos políticos)
Isto é quase que uma música do Raul Seixas, almost!
Chega né? Não quero ser preso e nem interrogado por qualquer grau da promotoria e principalmente por mulheres que tenham útero!
PS: Lembrando que aceito, qualquer tipo de crítica e comentário para explorar mais estes assuntos, e essas teorias de cérebro Vs. útero, ou não.
{That’s All Folks}
FoXMuLD3R~
Por: Alien In White
@alieninwhite
Recebi uma crítica construtiva de que não falei muito do finado intérprete Coringa (não, Jack Nicholson não morreu…) no texto anterior.
O que dizer de um jovem que morreu? Que ele amava a música de The Beatles e de Johann Sebastian Bach e suas duas ex-mulheres (não necessariamente nessa ordem)?
Como se alguém ainda não soubesse, Heath Andrew Ledger era um australiano de 29 anos incompletos que faleceu 11 meses atrás.
Trabalhou em, entre outros, “Duas Mãos”, “10 Coisas que Eu Odeio em Você” (com Julia Stiles), “O Patriota” (como filho de Mel Gibson), “A Última Ceia” (Oscar para Halle Berry), “Coração de Cavaleiro”, “Honra e Coragem” (“The Four Feathers”), “O Devorador de Pecados” (“The Order”), “Os Irmãos Grimm”, “Casanova”, “Os Reis de Dogtown”, “O Segredo de Brokeback Mountain” (eu poderia ser politicamente incorreto aqui, mas não gosto de dançar sobre o túmulo dos outros), “Não Estou Lá” e na mais recente aparição cinematográfica do Morcegão.
Ledger nasceu em Perth, cidade que deu nome ao cruzador da Marinha Real Australiana afundado na II Guerra Mundial (e mencionado em “O Regresso do Rio Kwai”; vocês não acharam que eles iam ficar lá sem ponte nem nada, acharam?), na Austrália Ocidental, em 1979.
Começou como ator no ensino fundamental; mudou-se para Sidney aos 17 para tentar a carreira de ator; em 1996, integra o elenco da série de TV australiana “Sweat” (exibida aqui pelo TeleUno/AXN); seu primeiro papel no cinema foi em uma modesta produção de suspense de 1997, “Blackrock” (nada a ver com “A Conspiração do Silêncio”, de 1955, com Spencer Tracy), passada em Nova Gales do Sul. No mesmo ano, estrela a série “O Amor e a Liberdade” (“Roar”, exibida aqui pela Globo). Em 1998, foi para Hollywood, atingindo a fama e elogios com “10 Coisas que Eu Odeio em Você”
Foi noivo de Michelle Williams (“A Experiência”, “Dawson’s Creek”, “Brokeback Mountain”), com quem teve uma filha.
Dirigiu videoclipes e aspirava a ser diretor de cinema.
Como diria um falecido cirurgião plástico, se você tiver que lembrar-se de alguém que partiu, lembre-se “com um sorriso.”
Venha o que vier, Bat-maníacos, “feliz Natal e boa vontade aos homens…”
“… e mulheres…”
E palhaços!
“Por quê tão sério?” []
Por: Marcelo Quiñónez
@FoXMuLD3R
Os vilões mais infames do cinema hollywoodiano, estão presentes em um vídeo de campanha marketing da (inexistente ao menos no Brasil, agora Sky) DirecTV, para uma mensagem de natal; suspeito e criativo ao mesmo tempo, sem contar que é “hablado”.
Temos: Darth Vader, Freddy Krueger, Dracula, Werewolf, Hannibal Lecter, Sadako, Chucky, Jason e para finalizar A Múmia. []
{That’s All Folks}
FoXMuLD3R~
Por: Alien in White
@alieninwhite
Saiu a lista de indicados para o prêmio Golden Globe 2009 e, oh, surpresa das surpresas, “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, a seqüência de “Batman Begins” de 2005, não encontra-se entre os indicados a melhor filme, embora Heath Ledger tenha sido indicado como melhor ator por sua interpretação de… (?) Ora, assistam o filme!
Trivial! Estão mesmo jogando muito confete sobre um filme que é apenas bom, chegando ao cúmulo de compararem-no com “O Poderoso Chefão” ou de considerá-lo melhor que “Guerra Nas Estrelas” (1977) e “Os Caçadores da Arca Perdida”, como se o diretor, Christopher Nolan, fosse D.W. Griffith, Victor Fleming ou Hitchcock!
Sobre o filme: o elenco de Batman Begins quase todo volta, com exceção da Sra. Tom Cruz-credo, substituída por Maggie Gyllenhaal, irmã de Jake, no papel da assistente da promotoria Rachel Dawes. Eric Roberts (o irmãozão de Julia) como “chefão” Maroni (não era “Moroni”?) não se destaca ( a não ser por lembrar ao mundo que ainda está vivo). Gary Oldman continua muito bem como Gordon; um “jovem” ator britânico a quem o manto do saudoso conterrâneo Neil Hamilton caiu-lhe bem! O sempre excelente Morgan Freeman retorna como Lucius Fox, que junto com o fenomenal Micahel Caine como Alfred Pennyworth, atua como a consciência de Bruce Wayne/Batman, espécie de “Grilos Falantes” pós-modernos. Outros coadjuvantes com pouco a fazer: Nestor Carbonell como o Prefeito e o excelente Anthony Michael Hall (“Mulher Nota Mil”, “The dead Zone: The Series”) como o jornalista de TV. Há pastiches de Montoya e Bullock com os nomes trocados, por razões que vocês descobrirão ao assistir. Melinda McGraw, a Melissa Scully de “Arquivo-X”, interpreta a Sra. Gordon.
O filme incorre no mesmo erro (deliberado?) do filme de Tim Burton, estrelado por Jack Nicholson em 1989 e seguintes: é um filme do vilão, não do herói, e como se não bastasse um tem dois vilões principais e vários vilões coadjuvantes. Em Batman Begins, muito tempo do filme foi dedicado a mostrar a origem do Batman; neste, os vilões dominam. Gotham parece apenas mais outra violenta cidade americana, sem sequer marcos históricos ou obras arquitetônicas que a destaquem das outras, como a Chicago de Dick Tracy. E é implicância minha ou o morcegão tem brinquedinhos em demasiado neste filme? Até é içado por um avião como James Bond em “007 Contra a Chantagem Atômica” (“Thunderball”, 1965)! Ressuscitaram o Major Boothroyd (quem dera…)? Mas os efeitos são do veterano dos filmes de Bond, Chris Corbould.
O filme também foca muito no conflito de personalidade dividida Bruce Wayne/Batman, tema já abordado em Batman Eternamente (1995), lembrando sempre que, como foi descrito brilhantemente por Clark Kent nas HQs: “Clark Kent é a pessoa real e Superman, o disfarce; com Bruce Wayne e o Batman ocorre o contrário.” Isto tira ainda mais tempo do herói na tela, para deleite dos vilões.
Houve quem criticasse o excesso de cenas da SWAT neste filme, comparando-o ao brasileiro “Tropa de Elite”, mas as cenas justificam-se e não há tantos confrontos entre policiais neste como em “Batman Begins”, os quais foram inspirados na minissérie da DC Comics “Batman: Ano 2″.
O que me lembra: se alguém aí espera ver neste filme algo remotamente parecido com a clássica minissérie (homônima em português) da DC Comics de autoria de Frank Miller (“Batman: The Dark Knight Returns”), podem ir tirando o pequeno pônei da chuva! Como nos filmes de James Bond, a literatura inspira o título, mas não o conteúdo do filme. Quem quiser algo parecido com a minissérie, que reveja o episódio animado de uma década atrás “Holiday Knights”.
A aparência do Duas-Caras não parece plausível, talvez inspirada demais nos quadrinhos e animação. Ou por ser CGI! Nada como as velhas tecnologias…
A produção da Warner Bros. é boa (quando não foi?). Os “irmãos Warner” continuam sendo verdadeiros Jurassic Theme Park Tycoons: “Não poupam despesas!”
Quanto às nomeações e premiações vindouras, não desesperem-se (ainda!) Bat-maníacos: ainda tem o Oscar!
O lançamento nesta sexta, 12 de dezembro, em DVD no Brasil, é uma boa oportunida para rever-se também os filmes de Batman anteriores da Warner, dirigidos por Tim Burton e Joel Schumacher, e estrelados por Michael Keaton, Val Kilmer e George Clooney, e fazer a comparação.
Mas após assistir tudo o que foi feito de Batman desde Adam West (cujas HQs favoritas são as mesmas que as minhas, as de Neil Adams) em 1966, continuo achando que a melhor adaptação do morcegão para as telas ainda é a nimação de 1993, “Batman: A Máscara do Fantasma”.
E lembrem-se sempre:
Comprem o DVD!
Aluguem!
… não emprestem, não copiem, não baixem!! []

Por: Marcelo Quiñónez
[ marcelo ät queijoevinho.com ]
É o quarto e maior “powgrama” da linhagem Dharma.FM
O Anterior foram só 3 músicas que aparecem dissolvidas durante as três primeiras temporadas de LOST, diferente deste que já optei por escolher músicas de covers e mashups com agradecimento à por: @mrsmustard pelas misturebas musicais, ficaram algumas de fora, é bem possível que o #005 seja uma continuação do tema abordado neste quarto programa musical. Veremos…
Tocando…
- [Michael Jackson] Smooth Criminal
- [Alien Ant Farm] Smooth Criminal
- [Ugly Kid Joe] Cat’s In The Cradle
- [Johnny Cash] Cat’s In The Cradle
- [Harry Chapin] Cat’s In The Cradle [Vídeo YouTube]
- [Ray Parker Jr.] Ghostbusters
- [David Whittaker] The Real Ghostbusters por: @maujabur
- (MASHUPS) Michael Jackson – Bad VS Ghostbusters Theme
- [The Mighty Diamonds] Pass The Kuchie por: @medina
- [Musical Youth] Pass The Dutchie
- [Depeche Mode] Stripped
- [Rammstein] Stripped
- [Gary Numan] Cars
- [Fear Factory] Cars
- [Os Mutantes] Ando Meio Desligado
- [Pato Fu] Ando Meio Desligado
- (MASHUPS) The Killers vs Gorillaz – Somebody Feel Good
- [Mad At Gravity] Come Undone
- [Duran Duran] Come Undone
- [Joy Zipper] Go Tell The World (Google 10^100 Project Theme)
Este era para ser de temas relacionados á filmes do Noitão do HSBC Belas Artes, mas muita demanda por covers fez eu adaptá-lo para a futura programação # 006 será de soundtracks relacionados!
Lembrando que aceito comentários no Blog, Twitter ou por e-mail… djá? ![]()
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{Namaste!}
|05|10|2008|~

Por: Marcelo Quiñónez
[ marcelo ät queijoevinho.com ]
É o terceito “powgrama” da linhagem Dharma.FM
O Anterior foi uma salada de músicas, tenho que concordar, este tem algumas músicas conhecidas (por alguns apenas)
As músicas deste terceiro programa:
- [Three Dog Night] Shambala
- [Cass Elliot] Make Your Own Kind Of Music
- [Petula Clark] Downtown
Este foi seguindo o tema de três rápidas músicas de maior impacto no seriado LOST, o próximo será de temas de filmes do Noitão do HSBC Belas Artes, quem conhece, sabe o que estou falando… Lembrando que aceito comentários no Blog, Twitter ou por e-mail… djá? ![]()
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{Namaste!}
|1º|10|2008|~

Por: Marcelo Quiñónez
@FoXMuLD3R
O segundo programa da linhagem Dharma.FM
Agora não tem nada haver com vingança, e vendas de Parentes e afins no Mercado Livre, apesar que o @riccas (que não sei quem diabos é, me mandou um e-mail com um MP3 anexo, e falando da indiguinação dele por pessoas escrotas que fazem isso), bem Ricardo, se isso lhe animar, você não está sozinho nessa luta, mas eu me indiguino só um pouco, afinal peixe morre pela boca.
As músicas deste segundo programa:
- [David Byrne] Lazy
- [Pedro Luis e a Parede] Rap do Real
- [Angélique Kidjo] Lonlon
- [Alice In Chains] Them Bones
- [Duran Duran] Come Undone
O Próximo vou tentar seguir uma linha de tema, um pouco parecido com os do Noitão do HSBC Belas Artes, quem conhece, sabe o que estou falando… Lembrando que aceito comentários no Blog, Twitter ou por e-mail… djá? ![]()
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{Namaste!}
|19|09|2008|~

Por: Marcelo Quiñónez
[ marcelo ät queijoevinho.com ]
O segundo Podcast, que na verdade é o primeiro da linhagem Dharma.FM ![]()
Desta vez eu estou fazendo diferente, estou iniciando um programa chamado Dharma.FM, em homenagem ao seriado LOST, para aqueles que acompanham vão sacar, agora, isso não pode virar um sucesso pop, afinal, a purgação está aí para provar isso.
Isso foi uma total inspiração que o “Programa ADD” do Maestro Billy fez em minha vida, algo simples, dinâmico onde pessoas próximas, internautas e afins participam indicando um ou mais músicas para a programação.
Este de início é uma homenagem aos “puxadores de tapetes”, aquelas pessoas que não tem competência profissional para galgar uma carreira ou algo do gênero, mas tem o dom de vender tudo que encontra pelo caminho, afinal para pessoas sem valores, qualquer R$1,00 faz diferença (putz, dá até coceira no braço só de pensar que existem pessoas assim!)
As músicas desta programação são apenas quatro, afinal, cagadamente é meu primeiro piloto, são elas:
- [Casseta & Planeta] Tô Tristão
- [Richard Cheese] People Equals Shit (Slipknot)
- [Richard Cheese] Welcome To The Jungle (Guns N’ Roses)
- [Cris Nicolotti] Vai tomar no Cu
O Próximo vou tentar ser eclético, e totalmente baseado no que o povo me mandar de feedback, seja por comentários no Blog, Twitter ou e-mail.
Percebam mais uma vez, que apenas estou trabalhando com 3 casas, não pretendo passar do podcast #999.
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{Namaste!}
|16|09|2008|~